Impressora de fotos e a família Piemontesi | Blog eGlu

A incrível impressora de fotos Instax Share da Família Piemontesi

Por

Karina Domingues

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A InstaxShare SP-2 imprime a foto em 10 segundos

Numa tarde fria, chuvinha fina, aquela garoa boa de São Paulo, Clara estava atolada de assuntos para resolver. Dentro de alguns dias, ela e Vitor trocariam juras de amor e fidelidade diante de suas famílias.

E-mails, telefonemas, negociações, escolha do vestido, da igreja, das flores, cores, decoração, cardápio, local da festa, playlist, lembranças e mais tantos outros pormenores, tudo para que o grande dia fosse perfeito. Clara tinha acabado de sair de uma reunião que definiria mais um detalhe da cerimônia tão esperada. Mas, como nem tudo são flores, mais um assunto não deu certo: a empresa que iria confeccionar as lembranças do casamento para os convidados não poderia mais atendê-la.

Clara ficou muito atordoada com a questão e, naquele dia, já estava exausta de tanto analisar, falar e resolver os detalhes. Não conseguia pensar em mais nada diante de tal frustração. Então, decidiu enfrentar mais uma vez o trânsito caótico da grande São Paulo, atravessar a cidade e ir ao porto seguro da Família Piemontesi, a casa da vovó Antonella.

Filha de imigrantes italianos, pele alva marcada pelo tempo, cabelos brilhantes e grisalhos, fala macia e resoluta, de braços fortes e aconchegantes, um doce e firme olhar de quem venceu uma vida de grandes batalhas, Dona Antonella é aquela matriarca que fazia questão de manter as tradições familiares intactas.

Viúva há muitos anos, teve três filhos, já bem criados e encaminhados na vida, e esses lhe deram netos que enchem sua casa e seus olhos de orgulho. Os abraços da vovó eram o que seus pequenos e grandes mais gostavam. Luizinho, filho de Paola, o neto mais novo vivia falando: “o abraço da vovó Nélla parece uma almofada grande e cheirosa que aperta a gente”.

Café da tarde dos Piemontesi

Todos os dias, ao entardecer, dona Antonella prepara o tradicional café da tarde para seus familiares. É uma ocasião que sempre foi utilizada como pretexto para aproximar seus rebentos. Sempre aparecia um de seus entes queridos para apreciar seus dotes culinários. Nem sempre dava para todos irem, mas toda sexta-feira era o dia em que a família se reunia ao redor da matriarca.

Por mais de 40 anos, ela vivia numa linda casa na região da Mooca, tradicional bairro italiano de São Paulo. Um grande portão branco fazia a proteção da residência, garagem para um carro e o lindo jardim de entrada da casa térrea, além do teto colonial de madeira maciça, que o avô de Clara, Sr. Lorenzo Piemontesi, fez questão de instalar com as próprias mãos.

A casa fica completamente tomada por aquele cheirinho gostoso de café fresco combinado com o aroma de terra e cimento molhados do quintal por conta da leve chuva. Além disso, dona Antonella havia preparado com muito carinho o pão caseiro com alecrim e erva-doce, receita da família levada durante gerações.

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Café da nona Antonella.

Clara chega antes de todos os parentes e consegue estacionar na porta da casa da matriarca. Entristecida e cansada, ela toca a campainha e não vê a hora de receber aquele abraço da nona, que preenche e acalma o coração. Dona Antonella recebe Clara da mesma forma de quando ela era apenas uma menininha, com um beijinho na testa e um abraço forte e aconchegante. A noiva desaba de chorar no portão da casa com a recepção da avó.

“Nada que um café e o pãozinho mais gostoso da família para aliviar a tensão, minha querida. Vamos, entre e saia dessa friagem”, disse Antonella. Na sala de estar, Clara fica à espera da nona, que resolveu pegar um copo de água para acalmar a neta. Ao observar os detalhes do cômodo, um canto chama muito a atenção, a bancada das fotografias. Clara sempre se encantou com as fotos dos porta-retratos.

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Bancada de histórias da Família Piemontesi.

Dona Antonella retorna e percebe que a moça já tinha se acalmado e nota o olhar curioso da neta sobre sua bancada de retratos.

“Vovó, como a senhora conseguiu guardar tantas fotos assim?”, disse Clara.

“São apenas algumas. As que mais gosto ficam aqui na bancada. Gosto de olhar sempre para cada foto, me faz voltar no tempo. Hoje em dia é tão difícil revelá-las. Parece que essa geração quer tudo tão digital. Eu ainda estou me acostumando com esse negócio de tirar foto no celular. Mas, particularmente, gosto dela impressa, do papel, porque eu amo decorar minha casa com memórias materializadas.”

Clara pega um dos porta-retratos em que há uma foto em preto e branco de uma linda moça, feliz e vestida de noiva, abraçando um belo rapaz robusto de olhos claros de terno e gravata. Ela se emociona. “Vovó, você é uma das noivas mais lindas que já vi. Vovô era tão lindo e ele faz tanta falta.” A matriarca pega o porta-retratos e fica o admirando por alguns momentos.

“Já te disse o que tinha acontecido nesse dia?”, perguntou dona Antonella para Clara.

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Dona Antonella e Sr. Lorenzo Piemontesi no dia do casamento.

“Sim vovó. O vovô tinha se esquecido de falar com o fotógrafo para tirar as fotos do casamento na igreja”, relembrou Clara das histórias contadas pela senhora.

“Exatamente, Clara. Seu avô era um tanto esquecido. Depois da cerimônia, ele lembrou que não tinha avisado ao fotógrafo o endereço da igreja, tamanha era a ansiedade de Lorenzo. Ele percebeu que eu tinha ficado chateada, mas logo deu um jeito do rapaz nos encontrar na fazenda onde seria a recepção do casamento.

Neste momento da foto, eu estava agradecendo a ele pelo esforço que fez para me agradar e registrar o nosso grande dia, de muitos que viriam. Uma das características mais incríveis dele era que vivia entrando nesses tipos de presepadas”, concluiu Antonella rindo com a moça.

“E a senhora sempre livrando ele, né, vovó?”, replicou Clara. “Claro, minha querida. Foi para isso que nos casamos, para nos apoiarmos incondicionalmente até o fim.”

Percebendo que a conversa iria se estender mais, ambas foram para a cozinha, que estava impregnada com o cheiro de café e pão fresco.  Clara relatou toda sua trajetória do dia e o cancelamento de um dos serviços do casamento.

“Querida, nem tudo é como desejamos ou planejamos. Viu o que acabei de lhe contar sobre a fotografia do meu casamento com o vovô Lorenzo. Aquela foto do porta-retratos é uma das poucas que tenho para me lembrar daquele dia. Antigamente, as coisas não eram tão fáceis com são hoje. Tenho certeza de que você e o Vitor encontrarão uma solução”, disse a senhora.

Neste momento, começam a chegar os demais familiares de dona Antonella. Seus filhos, que vieram direto do trabalho. Paola era uma grande chef de cozinha, Edgar, um excelente executivo, e Antônio, pai de Clara, que era um profissional autônomo. Todos se aproximam daquela senhora robusta e doce, pedem-lhe a bênção e logo começam a conversar ao redor da mesa.

O presente inesperado

“Vó, vó, vó!!! Cadê a senhora? Tenho uma surpresa!”. Surge Pedro, um dos netos de Dona Antonella e primo de Clara, todo eufórico, para este momento familiar. Um belo rapaz esguio com cabelos castanhos e olhos de jabuticaba, como dizia seu pai Edgar. Ele trazia um presente bem inusitado para sua avó. Sabendo que dona Antonella estava se aventurando com os aparelhos tecnológicos, mas que não abria mão de elementos analógicos, Pedro resolveu comprar algo que, com certeza, iria alegrar o coração dela.

“Diga, meu filho!”, respondeu a senhora. “Vó, fecha os olhos e abre as mãos!”, pediu o rapaz. “Mas, que brincadeira é essa, menino?”, indagou a avó.

“Calma, nona! É algo incrível! Confia em mim, vai!”, insistiu Pedro. Todos já estavam muito curiosos com o que ele estava preparando. Assim, dona Antonella se rendeu e fez o que o rapaz havia pedido.

Era uma caixinha média, toda embrulhada num papel dourado com fita vermelha. Ao abrir os olhos, dona Antonella ficou vermelha e muito surpresa. “Mas, Pedrinho, não é meu aniversário e nenhuma data comemorativa”.

Então, Pedro disse: “Não preciso de uma data comemorativa pra lhe presentear, nona! Abre, você vai gostar!”.

Dona Antonella olhava para Pedro com os olhos marejados e cheios de felicidade, porque o neto era muito parecido com Lorenzo, muito generoso, e sabia como ninguém surpreendê-la. “Vai, mama, abra o presente! Esse menino não me deixou em paz até comprar este mimo”, afirmou Edgar.

Ao abri-lo, sua expressão tornou-se confusa e surpreendida ao mesmo tempo com o que tinha dentro do pacote.

“Pedrinho, o que é isso? Outro celular?”, questionou a senhora.

“Vó, é algo maravilhoso! É uma Impressora Fotográfica para Smartphone Fujifilm Instax Share. Ela revela fotos diretamente do celular!”, disse Pedro. “Como a senhora gosta muito de fotos reveladas, e eu a escutei falando que gosta de deixar sua casa cheia de memórias espalhadas pelos cômodos, principalmente na sua bancada da sala… Já que, hoje em dia, não é tão fácil revelar fotos, pensei em te dar algo prático para que a senhora não tenha o trabalho de sair de casa para ter os retratos nas suas mãos. Essa impressora de fotos para celular da Fujifilm é maravilhosa!” explicou Pedro, todo entusiasmado.

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Impressora Fotográfica para Smartphone Fujifilm Instax Share SP-2

Todos ficaram muito surpresos.

“Mas você consegue impressionar mesmo, hein, Pedrinho! Essa impressora para celular é incrível!”, disse Paola, a tia mais nova deles.

“E como faz para imprimir pelo celular, Pedro?”, perguntou Antônio, pai de Clara.

“É muito simples, tio Toninho. Vou explicar para todo mundo, principalmente para a senhora, nona”.

Assim, o rapaz começou a ensinar dona Antonella a mexer no novo brinquedinho tecnológico. “A impressora de fotos funciona dessa maneira, nona. Primeiro, vou baixar o aplicativo dela no seu celular. Agora, vou configurar seu smartphone com a impressora.”

Os olhares curiosos e atentos de todos fitavam Pedro.

“Vai, Pedroca, imprime logo a foto!”, pediu Clara, muito ansiosa para ver o resultado.

Dona Antonella só ficou admirando a animação de todos com um sorriso suave nos lábios.

“Tá bom, Clarinha! Vamos fazer uma selfie aqui. Digam ‘xis’”.

Todos sorriram, animados, para a foto. Logo depois, Pedro enviou o comando para imprimir a foto à InstaxShareFujifilm e, em apenas 10 segundos, a foto estava revelada.

“Esperem um pouquinho que a foto vai começar a aparecer. Olhaaaa!!”, disse.

“Que incrível, Pedro! Eu não sei nem o que dizer! Parece mágica!”, disse a avó, toda surpresa e agradecida.

“Não disse que a senhora iria gostar, nona. Agora, vamos poder tirar várias fotos e, em segundos, teremos a imagem revelada. A senhora vai conseguir decorar a hora que quiser sua bancada de fotos”, concluiu Pedro.

“Pedro, essa mini impressora tem mais recursos?”, perguntou Clara.

“Tem sim, Clarinha. Dá para editar as imagens de várias formas. São diversos layouts disponíveis para você compor as fotos como quiser. No site da InstaxFujifilm tem muitas dicas e informações. Tá vendo essas luzes aqui? São de LED e indicam quantos filmes ainda restam para revelar, também informa que a bateria está carregada. Por falar em bateria, ela é carregada com este cabo USB. É só conectar no seu notebook que a impressora recarrega”, disse Pedro ao explicar as funcionalidades da impressora de fotos InstaxFujifilm.

“Nossa, Pedrinho, não sei nem como te agradecer. Mas vou precisar que você me ensine tudo direitinho”, disse dona Antonella, muito feliz.

“Com certeza vou te ajudar, nona. É muito simples. Você faz praticamente tudo pelo celular através do aplicativo da Fujifilm, que instalei no seu smartphone”, completou o neto.

A ideia inusitada de Dona Antonella

Enquanto todos continuavam a desfrutar do maravilhoso café da tarde que dona Antonella preparou, Clara compartilhava com todos a sua frustração com relação ao problema das lembranças do casamento.

Pedro continuava explicando como funcionava a impressora de fotos InstaxFujifilm. Subitamente, dona Antonella gritou, “Clara!!!!”. A moça olhou surpresa e todos ficaram atentos com receio de dona Antonella estar passando mal.

“Fala, nona, aconteceu alguma coisa? A senhora está se sentindo bem?”, replicou Clara, preocupada.

“Calma, meninos. Eu tive uma ideia incrível!”, disse a senhora com brilho nos olhos.

“Temos a solução do problema do seu casamento. Por que você não usa a impressora de fotos para dar de lembrança no casamento? Tenho certeza de que todos vão adorar a ideia de ganhar essa lembrança tão linda. O que você acha minha querida?”.

Clara ficou sem palavras, as lágrimas começaram a brotar de seus olhos azuis, seu rosto ficou ruborizado.

“Ai, nona, você sempre traz solução e alívio para nós. Mas é seu presente, seriam muitas fotos para dar, não quero estragar sua impressora”, disse a moça, muito emocionada.

“Pedrinho, meu filho, teria algum problema se eu emprestar o meu presente para sua prima?”, perguntou docemente dona Antonella.

“Sem problema algum nona, aliás, foi uma grande ideia. O presente é seu, e a senhora pode utilizar como quiser. É um equipamento muito durável e versátil, com certeza vai ajudar muito a Clarinha. Vai ser uma lembrança muito autêntica”, afirmou Pedro, entusiasmado.

“Você só vai precisar comprar os pacotes com os filmes.Tem esse pacote com 20 unidades de papel fotográfico, que vai ajudar bastante. Se você preferir, eu fico tirando as fotos dos convidados e imprimo para eles. Poderemos colocar esse filtro e colocar a data com o seguinte texto: ‘Clara e Vitor, 07/09/2017’, o que você acha, Clarinha?”, reforçou Pedro.

Clara só chorava de tanta emoção.

“Eu adorei tudo! Não sei nem como agradecer à senhora, nona, e a você, Pedroca. Vocês são incríveis”.

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Momentos eternizados através da InstaxShare SP-2.

O café daquela tarde fria e cinzenta de São Paulo teve mais cor e significado para a Família Piemontesi. A alegria de Dona Antonella mal cabia dentro do peito, ela estava feliz por ter seus queridos ao redor da mesa.

“Vamos tirar mais fotos de hoje, para que a Clara possa contar para seus filhos o que aconteceu neste dia. Não basta ter as memórias só na cabeça, vamos materializá-las e espalhar por esta casa. Parecia tudo perdido não é, minha querida? Mas sempre há solução”, acrescentou Antonella.

O início de uma linda história: o casamento de Clara

No grande dia de Clara e Vitor, a família Piemontesi estava eufórica. Dona Antonella e a mãe de Clara, dona Beatriz, estavam aprontando a noiva. A avó tira o colar que estava em seu pescoço, o qual ela colocava sempre. Com estilo vintage, era banhado a ouro e tinha um único pingente de coração, atrás estava escrito: “Te amarei para sempre! – L.P.”. Eram as iniciais do nome de Lorenzo Piemontesi, avô de Clara.

“Não posso aceitar, nona, era seu e do vovô”, diz Clara já com lágrimas nos olhos.

“Minha querida, não chore, hoje é o seu grande dia. Tenho certeza de que seu avô faria o mesmo. Leve ele agora no seu coração, juntamente comigo”, insistiu dona Antonella.

Clara aceitou e terminou de se arrumar.

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Clara e Vitor na valsa dos noivos.

Tudo estava ocorrendo bem, a noiva e os participantes da cerimônia entraram triunfantes naquela igreja com estilo neobarroco completamente decorada com flores brancas. Era chegada a hora em que todos estavam ansiosos, o momento dos votos.

“Não sei por onde começar, mas sei que sou um homem de muita sorte. Quando conheci você Clara, minha vida não tinha muitas perspectivas, eu não sonhava mais. Estava quebrado com tantos maus acontecimentos que estava enfrentando naquela época. Não tinha o senso de família como você tem e nem sabia como conduziria a minha vida. Mas, naquele dia chuvoso, na frente da faculdade, mesmo com os céus carregados de nuvens, o sol se abriu pra mim através do seu sorriso. Sempre tão solicita, generosa, você acreditou que todo mundo tem bondade dentro de si. Eu me apaixonei a primeira vista mesmo, também, quem resistiria a uma mulher que transborda tanta beleza de dentro para fora. Nos conhecemos e graças a Deus você se apaixonou por mim!” Todos os convidados estavam rindo e chorando ao mesmo tempo.

“Sou muito grato pela família que tenho, mas quero em especial agradecer a Família Piemontesi que me acolheu desde o primeiro dia em que pisei na casa da nona Antonella. Clara, obrigado por acreditar em mim. Obrigado por compartilhar seus sonhos comigo. Obrigado por me resgatar de uma vida sem propósito. Eu te amo e vou fazer de tudo pra te fazer feliz!”, dessa maneira Vitor finalizou seus votos, e estava muito emocionado.

“Como uma noiva consegue fazer seus votos depois disso tudo?“, exclamou Clara.

“Vih, você sempre foi o tipo de homem que consegue tirar forças de situações difíceis. Sua garra me inspira e me dá muita segurança. É verdade, eu me apaixonei por você conforme fomos nos conhecendo. E sim, pude perceber determinação, coragem e caráter através desses lindos olhos. E como sempre te disse, você me faz lembrar meu querido avô, Sr. Lorenzo Piemontesi”, Clara se emociona novamente e pega no cordão que sua avó deu antes de começar a cerimônia.

“Que eu possa te fazer feliz, assim como você tem feito os meus dias mais alegres. Que eu possa te apoiar incondicionalmente todos os dias, até o fim. Eu te amo Vih!”, finalizou a noiva com todos chorando muito.

A cerimônia foi linda, repleta de muita emoção, porque os Piemontesi eram conhecidos por sua incrível sensibilidade. Na festa, Pedro tirou as fotos do seu smartphone e revelou instantaneamente na impressora de fotos, conforme havia combinado com Clara. Todos os convidados amaram a lembrança, era muito criativa e original!

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Lembrancinhas do casamento de Clara e Vitor.

“Obrigada, vovó, por tudo e principalmente pela ideia de usar a InstaxFujifilm aqui no meu casamento”.

Dona Antonella beijou a neta da mesma forma de quando ela era criança, em sua testa, a abraçou, olhou nos olhos dela e disse: “Eu que agradeço por fazer parte dessa história linda. Eu sou muito abençoada em ter todos vocês. Posso preservar para sempre as lembranças desse dia com os lindos registros!”.

Pedro percebeu que as duas estavam conversando e tirou uma linda foto das mãos dadas entre neta e avó. Ao final da festa, Clara e toda Família Piemontesi estavam extasiados com toda alegria e beleza do evento. Dona Antonella estava tão emocionada de poder ver Clara vestida de noiva e começando um novo ciclo de vida.

A senhora pegou as lembrancinhas com as fotos do casamento de Clara para compor sua casa com os novos registros. A bancada de histórias da Família Piemontesi ganha uma nova cara, repleta de momentos especiais eternizados.

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Novas histórias compõem a bancada da Família Piemontesi.

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